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O grande desafio contemporâneo das organizações é alinhar seu propósito fundamental com todos os grupos envolvidos em sua existência. Se ressaltarmos a humanidade incluída em cada propósito de cada empresa, abrindo a visão dos stakeholders, o desafio do envolvimento e vínculo acontece e inicia um novo momento dentro do organismo da empresa. Este é o nosso trabalho: fomentar e sustentar a humanidade e seus aspectos dentro das organizações em busca das soluções mais rápidas e simples.

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Empresas Familiares

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Administração de crises

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Suporte terapêutico

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Existe o momento certo para a sucessão nas empresas?

Em se tratando de sucessão não existe certo ou errado, existe a soberania da necessidade da empresa que geralmente fala mais alto e precisa ser ouvida.

Geralmente, o momento da sucessão começa a surgir quando a empresa atinge sua maturidade, isso varia de empresa para empresa, e precisa de transformações onde os fundadores precisam de ajuda.

O fundamental é perceber que sucessão não acontece do dia para noite, exige trabalho em equipe e parceiros externos ao processo. É algo que, mais que os sócios ou fundadores decidem, a própria organização viva decide. Não é o fundador/sócio, acionistas quem decidem quem será o sucessor, mas a própria empresa em sua sabedoria sistêmica e isso é o que vemos como ‘pulo do gato’ e maior dificuldade nas organizações.

Esta verdade pode causar mal-estar, disputa e dores no sistema familiar de onde a empresa se originou, deve ser tratado com cuidado, amor e paciência, mas sempre considerando o movimento soberano do Sistema Organizacional.


Por que meus clientes não se fidelizam?

Esta é uma queixa comum, principalmente, dos prestadores de serviço no Brasil.

Não vamos abordar aqui as falhas e ingerências, que infelizmente, estão no topo da lista de reclamações de clientes.

Na empresa que faz tudo certinho, cumpre o contrato, funciona legal e o cliente termina o contrato feliz e satisfeito, dizendo que no próximo serviço contratará a empresa novamente e simplesmente some ou contrata um concorrente, podemos estar diante de uma questão sistêmica da organização.

A questão sistêmica, em geral, é uma repetição em contratos distintos, com vários clientes diferentes. Neste caso, é necessário levantar na empresa junto aos líderes um pouco da história da empresa e dos processos e considerar possíveis interferências individuais dos profissionais envolvidos. Quando falamos de interferências individuais não se trata de atuação operacional, estamos falando da ressonância entre o profissional e a empresa e as interferências em níveis psíquicos inconscientes que interferem muito mais do que podemos imaginar.

É justamente a solução para interromper a repetição de padrão, que a ferramenta sistêmica traz quando atuamos com nossa consultoria. Podemos ver, então, que não se trata apenas de um processo operacional/gerencial, mas sim de um complexo emaranhado que precisa ser liberado para permitir que a empresa flua.


Como avaliar o modelo de liderança?

Avaliação é uma palavra da qual não sou muito simpatizante… Simples.

Avaliação gera julgamento, julgamento gera fragmentação, fragmentação separa e separação afasta as pessoas. Modelos existem para nortear e não para limitar talentos. É preciso ter muito cuidado com o formato dos modelos, muitos deles são apenas rótulos simples que limitam o talento do profissional impondo uma atuação aquém e não além.

Quando se trata de liderança nas empresas o melhor a fazer quando há dúvidas, questionamentos ou é preciso mudar a forma da liderança, é perceber de onde vem e como surge esta necessidade. É fundamental que esteja em primeiro plano o ser que ocupa a liderança e nunca o modelo de liderança, por isso não acreditamos em avaliação de modelo de liderança e sim no acolhimento do líder para a busca da solução.


Como é a visão sistêmica para quando um sócio vai embora?

Quando o sócio cumpriu o seu papel e parte em paz, a visão sistêmica seria como a visão da macieira ao ver a semente de uma de suas maçãs sendo plantada em outro local.

Quando o sócio vai embora magoado, cheio de raiva e ressentimentos, a visão sistêmica seria como o olhar da mesma macieira aguardando um lenhador voraz por lenha! Esta é uma questão delicada que deve ser tratada com particularidade dentro das organizações.

É de suma importância lembrar e honrar todos os sócios que já se desligaram da empresa, principalmente os fundadores. Sem esta atitude tomada pelos outros sócios, a exclusão do sócio que foi embora pode se transformar em uma grande trava ao crescimento e prosperidade da empresa.